GRITO DEMOCRÁTICO

Um blog onde se possa mostrar como estão trabalhando os nossos representantes,para que nas próximas eleições se saiba que antes de dar nosso voto é preciso conhecer aquele que vai ser realmente merecedor de nossa confiança,chega de trocas, o povo não quer dentaduras, bicas,presentes,mas uma politica séria,que nos traga retorno a longo prazo e não barganhas eleitoreiras. Chega sofrer, de corrupção,falta de emprego,saúde,educação,segurança,o povo tem o poder na mão,chega de DEMOCRACIA entre aspas.VAMOS FAZER VALER NOSSOS DIREITOS, POIS UNIDOS EM UMA SÓ VOZ JAMAIS SEREMOS DERROTADOS. VOTE COM CONCIÊNCIA,NOSSO FUTURO DEPENDE DE QUEM VAMOS ELEGER. POLITICOS...O POVO QUER MUDANÇAS...2012 É JÁ. e-mail: gdgritodemocratico89@gmail.com

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ações que salvam vidas



Nesta segunda-feira, equipes da SMAS realizaram uma grande operação para o acolhimento de usuários de crack em Madureira, em parceria com a Polícia Militar e o Conselho Tutelar. Das 83 pessoas retiradas das ruas, uma pessoa com problemas com a justiça foi identificada e detida, 14 retornaram para suas residências e 68 foram acolhidas pela SMAS. Na última sexta-feira (29/04), a secretaria também realizou uma operação na Lapa e foram acolhidas 66 pessoas. Duas menores foram pegas com 21 pedras de crack e encaminhadas para o cumprimento de medidas socioeducativas por tráfico de drogas.

A questão do crack entrou de forma muito rápida na população de rua, principalmente nos últimos cinco anos. É uma situação muito triste, trágica e de abandono. E o grande desafio da Assistência Social é fazer com que essas pessoas que estão nas ruas entendam que o melhor para elas é estarem em um abrigo onde serão acolhidos e receberão tratamento adequado. Aqueles que aceitam o abrigamento são avaliados por equipes de assistentes sociais e psicólogos que atuam em nossas unidades e realizam um trabalho de convencimento para que os usuários iniciem tratamento na rede de saúde municipal.

O crack é um problema muito sério e estamos buscando novas alternativas para resolver esse problema e uma delas é a criação de novos centros especializados em atender moradores de rua que sejam usuários de drogas. Também vamos seguir com as ações de acolhimento, sempre com o apoio de nossos parceiros, para que essas pessoas sejam retiradas das ruas e recebam um tratamento eficaz.


http://www.clipnaweb.com.br/mediacenter/video_2005.asp?link=http://www.clipnaweb.com.br/Video/VIDEO3/1104301205-GB.wmv&empresa=govrio&titulo=Falta%20de%20seguran%E7a%20na%20Lapa&midia=tv&dtMateria=30/04/2011%2012:05:54



Rodrigo Bethlem

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Chefe da Polícia Civil, Allan Turnowski deixa o cargo após conversa com Beltrame

Publicada em 15/02/2011 às 13h01m
O Globo
RIO - O chefe de Polícia Civil, delegado Allan Turnowski, deixou o cargo após uma longa conversa na manhã desta terça-feira com o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Segundo nota da Secretaria de Segurança, a decisão foi tomada após os dois concluírem que esta seria a decisão mais adequada para preservar o bom funcionamento das instituições.

Também em nota, o secretário agradeceu publicamente a dedicação e a fidelidade do delegado Turnowski durante sua gestão.

No dia em que a Operação Guilhotina foi deflagrada, na última sexta-feira, Turnowski foi chamado a depor na Polícia Federal sobre o envolvimento de seu ex-subchefe operacional, Carlos Antônio Luiz Oliveira, com uma quadrilha ligada ao desvio e venda de armas a traficantes. Perguntado pelo delegado federal Paulo César Barcelos sobre o "suposto recebimento da quantia de R$ 200 mil" pela Chefia de Polícia Civil - propina que seria recebida por cada delegacia -, Turnowski alegou que, sendo 180 delegacias no estado, o total chegaria a um valor estratosférico, o que, por si só, desqualificaria a denúncia. Ele disse ainda que, se houvesse alguma prova de sua participação no esquema, ele teria sido preso, mas sequer foi indiciado. No entanto, depois da Operação Guilhotina, sua substituição na chefia de polícia passou a ser considerada.

Dois dias depois de prestar seu depoimento, Turnowski determinou uma devassa na Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), onde, sob o comando do delegado Claudio Ferraz, começou parte da investigação que resultou na Operação Guilhotina. A delegacia teve as portas lacradas. A iniciativa de investigar a Draco, segundo o chefe da Polícia Civil, foi tomada a partir de denúncias sobre o suposto envolvimento da equipe do delegado Claudio Ferraz em extorsões contra empresários e prefeituras.

Turnowski ingressou na Polícia Civil em 1996, depois de passar no concurso para delegado de polícia. Desde então, ele atuou na 16ª DP (Barra da Tijuca), na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), na Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFA), sendo promovido a diretor do Departamento de Polícia Especializada (DPE), onde ficou por seis anos. Neste último cargo, ele foi nomeado pelo ex-chefe de Polícia Civil, Álvaro Lins - que chegou a ser preso por formação de quadrilha e ainda responde a processo por lavagem de dinheiro - e mantido pelo sucessor dele, Gilberto Ribeiro. Ele assumiu o cargo de chefe de Polícia em março do ano passado.

Em um ano e dez meses de trabalho sob o comando de Allan, a Polícia Civil ganhou uma delegacia exclusiva para investigação de homicídios; aprimorou o atendimento nas delegacias distritais através do Dedic. Também foram feitas prisões importantes contra a milícia e houve a redução nas taxas de roubo de veículos.


fonte: O GLOBO